O Tribunal do Júri de Foz do Iguaçu condenou, na terça-feira (23), Evandro Martins, de 49 anos, a 9 anos e 2 meses de prisão em regime fechado pela morte de Clynton Moisés Lopes, de 32 anos. O crime aconteceu em setembro de 2025, após o réu flagrar a vítima com a própria esposa.
Os jurados reconheceram que o homicídio foi cometido com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. No entanto, também acolheram a tese da defesa de que Evandro agiu sob violenta emoção logo após uma injusta provocação, o que reduziu a pena.
O Tribunal do Júri de Foz do Iguaçu condenou, na terça-feira (23), Evandro Martins, de 49 anos, a 9 anos e 2 meses de prisão em regime fechado pela morte de Clynton Moisés Lopes, de 32 anos. O crime aconteceu em setembro de 2025, após o réu flagrar a vítima com a própria esposa.
Os jurados reconheceram que o homicídio foi cometido com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. No entanto, também acolheram a tese da defesa de que Evandro agiu sob violenta emoção logo após uma injusta provocação, o que reduziu a pena.
Pena foi reduzida
Durante o julgamento, o Ministério Público defendeu a condenação por homicídio qualificado. A defesa pediu o reconhecimento do chamado homicídio privilegiado, alegando que o réu agiu sob forte emoção ao surpreender a esposa com o amante.
Na sentença, a juíza Danuza Zorzi Andrade fixou inicialmente a pena em 16 anos e 6 meses de prisão. O tempo foi reduzido para 13 anos e 9 meses devido à confissão espontânea do réu.
Com o reconhecimento do homicídio privilegiado pelos jurados, a pena foi reduzida em mais um terço, chegando ao total de 9 anos e 2 meses de reclusão em regime fechado.
A magistrada também determinou que Evandro permaneça preso.
Ministério Público e defesa avaliam recurso
Após o julgamento, o promotor Nielson Norberto de Azerêdo afirmou que respeita a decisão dos jurados, mas discorda do reconhecimento da violenta emoção como circunstância para reduzir a pena. Segundo ele, o Ministério Público ainda vai analisar a possibilidade de recorrer da sentença.
A advogada Fabiana Irala, que atua na defesa de Evandro, disse que o caso foi complexo e que a equipe também avaliará a decisão antes de definir se apresentará recurso. O prazo legal para recorrer é de cinco dias após a publicação da sentença.
FONTE: G1.COM/PARANÁ









