A Administração Municipal de Missal está lançando o Projeto Esperança, cujo
objetivo é atender as mulheres vítimas de violência, e proporcionar
acompanhamento de psicóloga e assistentes sociais. Os atendimentos vão
ocorrer na Secretaria de Assistência Social, na última terça-feira de cada mês,
das 14h às 16h, ou sempre que houver necessidade.
A Secretaria disponibiliza grupo de reflexão e de apoio, além de um local com a
Equipe de Proteção Especial e no Centro de convivência dos Idosos no Distrito
do Portão Ocoí, para encontros, debates e troca de experiências. Um espaço
para as mulheres serem atendidas, ouvidas, e compartilhar suas experiências
de vida.
O trabalho é coordenado por um grupo multiprofissional que atua no
enfrentamento da Violência contra a Mulher. Entre as agentes estão a
Assistente Social, Rosani Fappi, a Assistente Social Onira Moretto Rauber e a
Psicológa, Kathia Adriane Kochem Pinto.
Alguns pontos do Projeto Esperança
Ao receber Medidas Protetivas de Urgência determinadas por Juiz, as técnicas
da Proteção Especial de Missal irão obter o conhecimento dos casos. Deste
modo, será formado o grupo de apoio com reunião mensal. O número de
participantes vai variar de acordo com a demanda de processos encaminhados
pela Comarca. A vítima será orientada acerca da participação no Grupo.
Da mesma forma, a vítima deve ser orientada pela Polícia Militar e Polícia Civil,
no ato do requerimento das Medidas Protetivas de Urgência acerca da
conveniência de sua participação no referido grupo.
Tipos de Violência Contra a Mulher
Existem diversos tipos de violência contra a mulher. Toda ação ou omissão
baseada no gênero que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou
psicológico à mulher é considerada violência.
São classificados como Violência Física, Psicológica, Sexual, Patrimonial e
Moral. Dentre as causas da violência contra a mulher destaca-se o Alcoolismo,
uso de drogas, questão cultural, machismo, falta de diálogo, questão
psicológica, transtornos mentais e ciúmes.
Os índices referentes à violência contra a mulher são alarmantes, se
mostrando cada vez mais preocupante. Há um amplo trabalho de divulgação e
conscientização, porém, ainda é considerado baixo o número de casos que são
levados ao conhecimento das autoridades competentes.
E ainda, destes casos que são levados a Juízo, grande parte são arquivados
devido a resistência da vítima em dar prosseguimento ao processo, e no
decorrer de todos os trâmites legais a vítima acaba por desistir da ação
solicitando o arquivamento do processo.
FONTE: ASSESSORIA MISSAL









