Brasil – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, convidou uma série de países para integrar o Conselho de Paz, grupo criado por ele nesta quinta-feira (22) em cerimônia em Davos, na Suíça. Entre eles, o Brasil. Mas até agora o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não respondeu ao convite. Em um primeiro momento, o conselho irá supervisionar a situação na Faixa de Gaza com o cessar-fogo estabelecido entre Israel e Hamas, mas o próprio Trump já falou que o grupo poderá atuar em outras questões mundiais.
Em entrevista a jornalistas na Casa Branca na terça-feira (20), Trump confirmou o convite ao Brasil, disse que “gosta” de Lula e que ele teria um “grande papel” dentro do Conselho da Paz.
Por que o Brasil ainda não aceitou
Em Brasília, o clima é de espera. O Itamaraty tem feito reuniões constantes para discutir o assunto, mas a palavra final será de Lula. O principal entrave para integrar o novo órgão é a tradição diplomática brasileira a favor do multilateralismo e do papel que a Organização das Nações Unidas (ONU) exerce como mediadora de conflitos.
Em entrevista a jornalistas na Casa Branca na terça-feira (20), Trump confirmou o convite ao Brasil, disse que “gosta” de Lula e que ele teria um “grande papel” dentro do Conselho da Paz.
Por que o Brasil ainda não aceitou
Em Brasília, o clima é de espera. O Itamaraty tem feito reuniões constantes para discutir o assunto, mas a palavra final será de Lula. O principal entrave para integrar o novo órgão é a tradição diplomática brasileira a favor do multilateralismo e do papel que a Organização das Nações Unidas (ONU) exerce como mediadora de conflitos.
Em entrevista a jornalistas na Casa Branca na terça-feira (20), Trump confirmou o convite ao Brasil, disse que “gosta” de Lula e que ele teria um “grande papel” dentro do Conselho da Paz.
Por que o Brasil ainda não aceitou
Em Brasília, o clima é de espera. O Itamaraty tem feito reuniões constantes para discutir o assunto, mas a palavra final será de Lula. O principal entrave para integrar o novo órgão é a tradição diplomática brasileira a favor do multilateralismo e do papel que a Organização das Nações Unidas (ONU) exerce como mediadora de conflitos.
Qual é o risco do Brasil dizer “não” ao Conselho da Paz
No caso do Brasil, não é tão fácil dizer “não”. Lula não quer abalar o bom momento do país nas relações com os EUA e, principalmente, com Trump. A questão é como rejeitar o convite sem melindrar o presidente norte-americano.
A tendência, por ora, é que o Brasil repita a estratégia adotada na crise das tarifas comerciais impostas pelos EUA, que atingiram em cheio a balança comercial brasileira no ano passado, e dar tempo ao tempo. Enquanto isso, Lula observa a movimentação de outros países como China, Rússia e Japão antes de tomar uma decisão.
Qual é o risco do Brasil dizer “não” ao Conselho da Paz
No caso do Brasil, não é tão fácil dizer “não”. Lula não quer abalar o bom momento do país nas relações com os EUA e, principalmente, com Trump. A questão é como rejeitar o convite sem melindrar o presidente norte-americano.
A tendência, por ora, é que o Brasil repita a estratégia adotada na crise das tarifas comerciais impostas pelos EUA, que atingiram em cheio a balança comercial brasileira no ano passado, e dar tempo ao tempo. Enquanto isso, Lula observa a movimentação de outros países como China, Rússia e Japão antes de tomar uma decisão.
FONTE: RIC.COM.BR










